Vinho Tinto: Um Brinde à Saúde

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on set 13, 17 • por • com Sem Comentários

Vinho Tinto: Um Brinde à Saúde

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Gosta de bebida alcoólica? Muito bem, vamos de vinho tinto então… Sabe por quê? Vem comigo…

A uva e o vinho tinto são considerados alimentos funcionais, ou seja, contém componentes ativos biologicamente que trazem pontos positivos à saúde, além dos nutrientes essenciais. O vinho é obtido pela fermentação alcoólica, total ou parcial, do suco da uva e para ser tinto, essa uva precisa estar inteira, com a casca.

Os principais constituintes do vinho são: água, etanol, açúcares, minerais (potássio, fósforo, magnésio, cálcio, sódio, silício, ferro, manganês, zinco, cobre, níquel, molibdênio, cromo, cobalto), vitaminas (vitaminas B2, B3, B6, ácido fólico, biotina e ácido pantotênico), ácidos orgânicos (lático, tartárico, acético e málico), aminas bioativas (histamina, betafeniletilamina e tiramina) e traços de proteínas. Não imaginou que uma bebida alcoólica fosse tão rica assim de nutrientes, né?! Por isso que falei “vem comigo”, rs.

O consumo desses nutrientes exerce diversos efeitos positivos à saúde:

Ação antioxidante, que leva ao retardo do envelhecimento das células que, além de nos deixar mais novinhos, também previne doenças, incluindo o câncer e o mal de Alzheimer;

– O fortalecimento do sistema imunológico, já que essas substâncias são bactericidas e também funcionam como antialérgico. Possui também atividade antiviral até mesmo no HIV, servindo de auxílio no tratamento da AIDS;

– A diminuição no risco de doenças do coração, já que diminui o colesterol ruim e aumenta o colesterol bom;

Potencializa o funcionamento cerebral;

– É bacana para o aparelho digestório, sendo positivo até no caso de úlcera;

Estimula a produção de insulina, que normalmente é insuficiente num portador de Diabetes.

 

Vinho Chileno

 

Ressalta-se que o consumo de vinho deve ser moderado já que se trata de bebida alcoólica e, como tal, pode causar letargia, pressão alta, cirrose hepática, dependência química, problemas cardíacos, neurológicos, entre outros.

A classe científica internacional aconselha doses diárias que não exceda um grama de álcool etílico por quilograma de peso do indivíduo, que representa a capacidade do fígado metabolizá-lo sem dificuldade. Porém, esses mesmos especialistas afirmam que para ser seguro ao organismo, o ideal é metade dessa quantidade, ou seja, meio grama por cada quilograma de peso. E ainda, deve-se beber, no máximo, cinco dias por semana. A saber, seus efeitos são potencializados quando ingeridos junto às refeições.

Quem está tomando remédio, em especial, antibiótico, grávidas, indivíduos que não podem ingerir muitas calorias, como quem busca emagrecer, devem evitar a bebida.

Que tal trocar o seu hábito de tomar vodka pelo vinho? É uma boa escolha… Sim sim, é bem diferente, eu sei, não precisar me xingar, foi só uma sugestão, rs.

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